“Migration and the Construction of National Identity in Spain”

15 09 2009

Kleiner-Liebau, Désirée

Migration and the Construction of National Identity in Spain

Madrid / Frankfurt, 2009, Iberoamericana / Vervuert, 272 p., € 24.00

Ediciones de Iberoamericana, C, 15

ISBN: 9788484894766

Public debate about immigrant integration has often led to a heightened awareness or even a collective redefinition of identiy. Such processes are studied through the unique example of Spain.





“Amigos de Portugal” (Opinião de Herminio Ramos)

15 09 2009

La Opinión de Zamora 15.09.2009

Hoy, cuando afortunadamente la Raya es además de un recuerdo histórico, una línea de acercamiento y de entendimiento entre pueblos que separó la historia a través de una larga gestación que malogró el parto de la unión. Hoy, cuando el Iberismo comienza a recuperar sus principios, sus metas y sus programas culturales, sociales y deportivos, queremos recordar aquellas reuniones que, partiendo de la vecina Salamanca y con el apoyo de los señores Sagrario y Eleuterio Ferreira, terminó en aquella célebre Asociación de Amigos de Portugal en nuestra ciudad.
De aquellas primeras gestiones hemos de recordar el artículo que nuestro siempre recordado Sánchez Manher publicó en «El Correo de Zamora» el día 4 de marzo de 1958, artículo que es el prólogo de la feliz idea de la asociación, que a partir de ese momento se pondrá en marcha y captará los más destacados nombres del comercio de la ciudad junto a intelectuales y figuras de la política del momento.
Citar nombres nos llevaría a una larga lista. En el silencio les recordamos con verdadero afecto y cariño.
Las fiestas y celebraciones adquirieron un cierto rango oficial y las representaciones de ambos lados estuvieron presentes casi siempre, como también las representaciones oficiales adquirieron carta de naturaleza dentro de los protocolos oficiales. Recuerdo los pregones de Semana Santa en Braganza, capital de distrito o en la antigua sede episcopal de Miranda, la activación del afortunadísimo paso fronterizo de Miranda, realizado en un tiempo récord como consecuencia de una presión del otro lado perfectamente aceptada y comprendida y poco después el nacimiento en esta última ciudad de la Asociación de Amigos de la Provincia de Zamora, con actividades culturales a lo largo de la década del setenta en correcta conexión ambas municipalidades. Incluso adolescentes mirandeses vivieron turnos en San Pedro de las Herrerías y San Martín de Castañeda, siendo alcalde de la ciudad de Miranda do Douro don Julio Meiriño. La labor cultural se desarrolló con un dinamismo y una fluidez desconocida hasta entonces.
Hoy las tierras de Aliste, con la villa como cabeza visible, y los lugares de Trabazos, San Vitero y Rabanales animan y fomentan, con acierto y una visión muy clara del futuro, estas relaciones que deberían constituir para nuestra capital un objetivo prioritario. No bastan las creaciones de instituciones de nombres muy rimbombantes, pero dormidas en la solemnidad de su pompa. Totalmente vacías a la hora de las realizaciones prácticas y de la creación de situaciones efectivas para ambos lados. Sólo así se crea con las relaciones poder, riqueza y a la vez, aunque no siempre ideas positivas.
Asociaciones que hoy son un recuerdo sentimental marcaron, con arreglo a los tiempos, un ritmo y dieron una lección.
Hoy me pregunto desde ambos lados de la Raya: ¿De verdad estamos trabajando para fomentar esas relaciones y aumentar todas las posibilidades para ambos lados?

http://www.laopiniondezamora.es/opinion/2009/09/15/opinion-amigos-portugal/383952.html





Fundação pró-iberista monarquizante defende TGV

15 09 2009

Público/Lusa 14.09.2009

O presidente da Fundação Rei Afonso Henriques, Arlindo Cunha, considerou hoje que a posição da líder do PSD sobre o TGV “tem a ver exclusivamente com o contexto de campanha” e “não abalará a cooperação entre Portugal e Espanha”.

O ex-ministro de Cavaco Silva, que dirige a fundação que junta portugueses e espanhóis, discorda da posição da líder do seu partido e considera que a questão levantada “não faz sentido nenhum” e só pode ser interpretado “no contexto de campanha, a apenas duas semanas das eleições”.

“Aquilo que vi na televisão de uma figura política portuguesa tem a ver exclusivamente com o contexto de campanha, mais nada”, considerou, referindo-se às declarações da presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, no debate com o adversário socialista José Sócrates.

Para Arlindo Cunha, “de forma alguma” a relação entre os dois países será abalada com esta polémica.

“A cooperação entre Portugal e Espanha continua tranquilamente, Nós não estamos em campanha, não vamos a votos, a nossa eleição é outra”, declarou.

Arlindo Cunha escusou-se a aprofundar mais a questão, dizendo apenas que não concorda com a posição da líder do PSD, mas que deliberou não se envolver nas eleições.

Arlindo Cunha falava em Bragança no final da primeira reunião da direcção da Fundação na sede portuguesa, em Bragança, inaugurada, em Junho, pelo presidente da República, Cavaco Silva.

A reunião serviu para preparar o processo da eleição do novo presidente, que deverá ocorrer antes do final do ano, estando já determinado que será um português, mas sem qualquer nome indigitado.

A fundação ibérica deu também conta da aprovação da candidatura ao QREN (Quadro de Referência Estratégica Nacional) do projecto de continuação do estudo da rota do Douro Património Mundial e da formatação informática do roteiro da bacia do Douro para estimular os operadores económicos a criarem produtos vendáveis/ turísticos.

Portugueses e espanhóis fizeram também o ponto da situação do maior projecto que a fundação tem neste momento em mãos, o “Zamora Românica”, com um valor global de seis milhões de euros, para restauração de igrejas e património românico da cidade espanhola, vizinha de Bragança.

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1400659





Artistas ibéricos expõem pintura naïf no Casino Estoril

10 09 2009

Pelo trigésimo ano a arte naïf no Estoril
Uma das melhores exposições de sempre

Pelo trigésimo ano  a arte naïf no Estoril<br> Uma das melhores exposições de sempreTodos os anos, por esta altura, quando o Estoril regurgita de turistas de todos os países e procedências, a Galeria de Arte do Casino Estoril apresenta uma exposição de pintura naïf, que habitualmente aborda temas portugueses, paisagens, trabalhos do campo, cidades (sendo lisboa a beneficiada), festas e procissões, feiras, pomares e searas, os costumes e tantos outros temas habituais neste tipo de pintura.

Como no corrente ano se celebra o 30º aniversário desta colectiva, os artistas esmeraram-se e esta é uma das melhores exposições de sempre, o que explica que esteja a ser visitada por um número consideravelmente maior de pessoas, em relação aos anos anteriores.
Na edição deste ano, marcadamente ibérica, participam 40 artistas, dos quais 23 portugueses e 17 espanhóis, com as mais diversas profissões, desde o José Maria, pastor de caprinos nos montes da Póvoa de Lanhoso; Cecília, doutorada em matemática, ciência de que é professora universitária, que ganhou o ”Prémio Câmara Municipal de Cascais”. Arménio Ferreira, reformado da TAP, que foi distinguido com o “Prémio Câmara Municipal de Guimarães”, à espanhola Estela Benavides, professora de Ténis, António Réu, agricultor no Alentejo, Bento Sargento, pedreiro, Silvana, dona de casa ou ao Juan Guerra, um dos espanhois participantes, que apresenta uma “Padeira de Aljubarrota”, certamente iberista, porque em vez de estar com a pá a afagar as costas dos castelhanos, está a cozer o pão para os alimentar…
Para possibilitar a visita desta exposição, às pessoas que estiveram fora de Lisboa e da Costa do Estoril durante o mês de Agosto, a mesma ficará patente ao público até ao próximo dia 13, todos os dias, das 15 às 24 horas. A entrada é livre, todavia, para maiores de 18 anos, nos termos da legislação que regula a actividade dos Casinos.

http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=200725&mostra=2





“Unión Ibérica, il nuovo gigante europeo”

10 09 2009

Europa Quotidiano

Soprattutto ragioni economiche dietro l’idea di una federazione

Più che l’amor potrebbe il portafogli. Un recente sondaggio pubblicato dall’università di Salamanca ha dato risultati sorprendenti: circa il 40 per cento dei portoghesi vedrebbe favorevolmente una União Iberica (in spagnolo Unión Ibérica). Spagna e Portogallo dovrebbero unirsi in una federazione.
In realtà il progetto non è nuovo. Il Portogallo è indipendente dalla corona di Spagna dal 1143 e da allora, salvo un breve lasso di tempo fra 1580 e 1640, i due paesi sono sempre stati separati. Il movimento iberista, sorto nel secolo XIX, non ha avuto successo.
I portoghesi guardano agli spagnoli con un complesso d’inferiorità e con un certo risentimento. Gli spagnoli considerano i lusitani come cugini non troppo svegli.
La motivazione di questa unione sarebbe soprattutto economica. I salari in Portogallo sono più bassi che in Spagna e la mattina, soprattutto al nord del paese, un’infinita teoria di camioncini trasportano muratori lusitani in Galizia. Sono lavoratori in cerca di una paga migliore dei 500 euro mensili che potrebbero avere nel proprio paese. Sono simili ai loro colleghi che soprattutto nel sud Italia aspettano ancora oggi i caporali per andare a lavorare nei campi.
Il fatto impressiona se paragonato a quanto accade nel nostro paese dove, ad esempio, un partito come la Lega governa ed è anzi in ascesa con le sue istanze federaliste, e addirittura scissioniste fino a poco tempo fa.
Mentre al Sud crescono altre leghe.
È vero che da noi va avanti il progetto di una macroregione che includa Veneto, Friuli Venezia-Giulia, la Carinzia austriaca, la Slovenia e la Croazia, ma si parla sempre di un club ristretto.
Non di due paesi che, simili per tradizioni e cultura, decidono di unirsi in un’unica entità.
Qualche giorno fa alcuni scettici hanno recuperato un saggio di qualche anno fa scritto da due ricercatori italiani, Alberto Alesina ed Enrico Spolaore (The size of nations, Mit Press). In esso è spiegato come le dimensioni dei paesi siano determinate da due forze contrapposte: le economie di scala chiedono stati più grandi, mentre l’eterogeneità delle preferenze dei cittadini li vorrebbe più piccoli. Le aree in cui sarebbe un vantaggio avere uno stato più grande, sarebbero soprattutto difesa e mercato interno. Secondo i critici queste condizioni non si applicherebbero alla penisola iberica: Spagna e Portogallo non sono oggi di fronte a minacce di guerra e l’adesione all’Unione europea li rende entrambi parte di un mercato unico più grande della somma dei due mercati nazionali.
Nulla di più sbagliato. Basta vedere quanti sono i laureati in medicina spagnoli che preferiscono andare a lavorare in Portogallo e, viceversa, quanti lusitani si spostano ogni giorno in Spagna per tornare a sera alle loro case. Esiste già fra le due nazioni un intenso mercato “regionale” e l’Unione europea continua a essere vista come un qualcosa di lontano. Molte regioni di Spagna, soprattutto quelle di confine, sono tagliate fuori dai mercati internazionali e confidano in un sfogo anche geograficamente più prossimo. Ma non sono solo i piccoli ad aver fiducia in quello che è loro vicino. Persino grandi aziende come la Inditex, colosso dell’abbigliamento, proprietario fra l’altro di Zara, Bershka, Pull & Bear e Massimo Dutti, inizia a preferire la produzione dei propri capi in Portogallo anche per avere un maggiore controllo sulla qualità dei prodotti. Una qualità che sempre più spesso non sembra essere garantita in Cina.
Per il momento, si diceva, sono i portoghesi quelli più entusiasti. Il 39,9 per cento dei lusitani è d’accordo con l’idea di un paese unico. Fra gli spagnoli il 30,3 per cento è della stessa opinione. Numeri in aumento rispetto a un altro sondaggio che venne effettuato nel 2006, solo in Portogallo, dal quotidiano Sol. Allora fu il 28 per cento degli intervistati a dirsi favorevole all’Unione. E allora la crisi economica non si era ancora manifestata nelle forme che poi tutti noi abbiamo cominciato a conoscere.
Se gli spagnoli non sembrano interessati a una maggiore cooperazione politica, potrebbero essere motivati da ragioni di sicurezza. Esiste infatti – dal momento che a Lisbona i livelli di guardia non sono elevati come quelli di Madrid – il timore che il Portogallo possa tramutarsi in una zona franca dove potrebbero riorganizzarsi delle cellule dormienti di al Qaeda. Ai lusitani preme invece una migliore e congiunta gestione dei fiumi che attraversano entrambi i territori in una terra funestata dalla siccità e a rischio desertificazione in molte regioni.
Anche il mondo delle imprese, ovviamente, rientra nella discussione. Il 59 per cento dei portoghesi interpellati è favorevole a un sistema fiscale congiunto.
E la percentuale sale al 72 per cento quando si parla di soppressione di tutte le restrizioni concernenti la mobilità di persone e merci fra i due paesi. In Spagna le percentuali scendono, ma sono comunque molto alte: rispettivamente il 37,1 per cento e il 63,2 per cento. A Madrid, poi, sono anche entusiasti di eventuali candidature congiunte in occasione di grandi eventi sportivi e a questo proposito potrebbero essere un banco di prova i mondiali di calcio del 2018, di cui si dovrà scegliere la sede entro il 2010.
Se una realtà del genere nascesse, porterebbe alla formazione del più grande territorio europeo, maggiore di quello tedesco. E rappresenterebbe, con i suoi 57 milioni di abitanti, il quinto paese della Unione europea dietro a Germania, Regno Unito, Francia e Italia.
I due pil sommati porterebbero il nuovo soggetto a essere la quinta economia del vecchio continente, la stessa posizione attualmente occupata dalla Spagna, che però vive una gravissima fase di recessione a causa della drammatica contrazione del comparto delle costruzioni. L’Unione, dicono i sostenitori, potrebbe invertire questa tendenza.
È vero che l’ultimo sondaggio dell’università di Salamanca è stato effettuato su circa 900 persone, ma il tema torna ormai regolarmente sulla stampa e in televisione e sempre più politici sono ormai costretti a farci i conti. È anche vero che la cosiddetta Spagna plurale, la Spagna federalista di Zapatero, è sempre più una realtà, ma bisogna ammettere che molti spagnoli e portoghesi mostrano una certa lungimiranza. È impossibile pensare di poter confrontarsi con giganti economici come la Cina e l’India senza avere i mezzi necessari. Senza dimenticare che portoghese e spagnolo sono fra le lingue più parlate al mondo e un’Unione lusitano-spagnola potrebbe solo beneficiare di questo stato di cose.
Perché, parafrasando John Belushi: «Quando il gioco si fa duro, i duri se vogliono giocare, debbono cominciare a mettersi assieme».
Alberto de Filippis




“Carlota Joaquina: o pecado espanhol” por Marsilio Cassotti

10 09 2009

Nunca na História de Portugal uma rainha provocou paixões tão contraditórias como Carlota Joaquina de Borbón (1775-1830). Requintada «divindade tutelar» para os seus seguidores, foi considerada vulgar, luxuriosa e assassina pelos seus inimigos. Talvez com o objectivo de alcançar a «União Ibérica», o seu avô, Carlos III de Espanha, casou-a com o futuro rei D. João VI. Em pouco tempo, a «engraçadíssima» infanta espanhola, filha de uma bela e intriguista princesa italiana, conquistou com a sua «desenvoltura» o coração da sogra, a rainha D. Maria I. Contudo, posteriormente os seus caprichos incomodariam uma corte receosa das suas origens. Fracassado o plano de completar a sua educação com a marquesa de Alorna, e diante das ameaças da Revolução Francesa, D. Carlota tentou obter o protagonismo nos assuntos públicos. Foi travada pelos que não aceitavam que «as mulheres se metam nos negócios». O ressentimento contra um marido que considerava fraco e menos inteligente do que ela, levou-a a recorrer à conspiração. A sua misteriosa lealdade a Portugal durante a traiçoeira «Guerra das Laranjas», declarada pelo seu pai. A irregular educação dos filhos. Os rumores sobre os seus amantes. As excentricidades no Brasil. As intenções de ser coroada «rainha» em Buenos Aires. As intrigas para casar as infantas. A sua recusa em jurar a Constituição liberal. A «farsa de reconciliação» com o marido. A violência utilizada para entronizar D. Miguel como «rei absoluto». O astuto uso da doença e da religião ao serviço dos seus objectivos. Tudo isto numa das épocas mais dramáticas de Portugal. Este pecado levou a que depois dela dela, nunca mais uma espanhola voltaria a ser rainha de Portugal ou uma portuguesa rainha de Espanha. Rompendo-se uma tradição nascida na época de D. Afonso Henriques.

(Sinopse: Esfera dos Livros / Livraria Leitura)





IX Prémio de Tradução Giovanni Pontiero

26 12 2008
Facultat de Traducció i Interpretació de la UAB, Bellaterra, Catalunya

Facultat de Traducció i Interpretació de la UAB, Bellaterra, Catalunya

O Centro de Língua Portuguesa / Instituto Camões de Barcelona e
a Facultat de Traducció i d’Interpretació da Universitat Autònoma
de Barcelona, no sentido de honrar a figura do grande tradutor
Giovanni Pontiero, convocam o IX Prémio de Tradução Giovanni
Pontiero.

1 Nos anos ímpares, o prémio estará aberto às traduções catalãs de
obras literárias de qualquer género, escritas originariamente em
Língua Portuguesa e publicadas nos dois anos anteriores ao da
entrega do prémio. Nos anos pares, o prémio será destinado a
traduções realizadas para espanhol de obras literárias de qualquer
género, escritas originariamente emLíngua Portuguesa e publicadas
nos dois anos anteriores ao da entrega do mesmo.

2 Na presente edição, poderão concorrer ao prémio todas as traduções
realizadas para catalão de obras literárias escritas originalmente
em Língua Portuguesa e publicadas entre o dia 1 de Janeiro de
2007 e o dia 31 de Dezembro de 2008.

3 Os tradutores ou editoras que pretendam aceder a este prémio
deverão apresentar cinco exemplares da tradução em catalão e,
pelo menos, dois exemplares da obra original (que não serão
devolvidos) na seguinte morada: Secretaria de la Facultat de
Traducció i d’Interpretació, Edifici K, Universitat Autònoma de
Barcelona, 08193 Bellaterra (Barcelona), dirigidos ao Secretário
do Júri do IX Prémio de Tradução Giovanni Pontiero.

4 Nesta edição, o prazo de apresentação das obras finalizará no dia
28 de Fevereiro de 2009.

5 O Júri será composto por um membro nomeado pelo Instituto
Camões, um membro nomeado pelo decanato da Facultat de
Traducció i d’Interpretació daUniversitat Autònoma de Barcelona,
um membro nomeado por Amigos de Giovanni Pontiero, uma
pessoa de trajectória reconhecida no campo dos estudos lusófonos
e um secretário sem voto em representação das entidades
organizadoras.OJúri poderá, sempre que assimo entender, efectuar
consultas junto dos especialistas que considerar necessários.

6 A decisão do júri tornar-se-á pública na cerimónia de entrega do
Prémio realizada na Facultat de Traducció i d’Interpretació da UAB.

7 O valor do prémio é de 6.000 euros.

8 Para qualquer informação ou consulta sobre o prémio, é favor
dirigir-se ao Centro de Língua Portuguesa / Instituto Camões da
Universitat Autònoma de Barcelona. Tel.: (0034) 935 868 841.
Também se poderá consultar os sítios web:
http://www.uab.cat/traducciointerpretacio e http://www.instituto-camoes.pt.

9 Qualquer questão não especificada no regulamento será decidida
pelo júri.

Giovanni Pontiero (1932-1996)

Nasceu no dia 10 de Fevereiro de 1932 em Glasgow (Escócia) e morreu no dia do seu 64º aniversário em Manchester (Inglaterra). Estudou na University of Glasgow, onde terminou a sua licenciatura e onde apresentou
a sua tese de doutoramento em 1962 sobre a poesia de Manuel Bandeira. Durante quase toda a sua vida leccionou Literatura Latino-Americana na University of Manchester. Desenvolveu uma prolífica actividade como investigador, principalmente no campo dos estudos literários portugueses e brasileiros, sendo autor de numerosos artigos, ensaios, conferências,
entradas em enciclopédias e traduções. Apesar de ter traduzido obras do espanhol e do italiano para inglês, acabou por dedicar-se a traduzir fundamentalmente autores de Língua Portuguesa, sobretudo Clarice Lispector e José Saramago, com quem veio a manter uma estreita amizade tendo traduzido seis das suas obras. Obteve os seguintes prémios de tradução: Prémio de Tradução Camões (1968), Prémio Rio Branco (1970), Foreign Fiction Award do jornal The Independent (1993), Outstanding Translation Award da American Literary Translators Association (1994) e Prémio Teixeira-Gomes do Governo Português (1995). O seu interesse pelo teatro levou-o a escrever um dos seus melhores trabalhos, Eleonora Duse: In Life and Art (Frankfurt: Lang, 1986) e a traduzir Duse on Tour: The Diaries of Guido Noccioli 1906-1907, de Guido Noccioli (Manchester:
Manchester University Press, 1981).